quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Betel & luz - A Cidade Invisível Interdimensional

A Morada De Deus

“E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus. E chamou o nome daquele lugar Bet-Ël, porém havia sido Luz o nome da cidade, no principio”.
Gênesis 28:17 e 19

Orion é uma constelação do equador celeste. As estrelas que compõem esta constelação podem ter como elemento do seu nome o genitivo "Orionis".

É reconhecida em todo o mundo, por incluir estrelas brilhantes e visíveis de ambos os hemisférios.

A constelação tem a forma de um trapézio formado por quatro estrelas: Betelgeuse (Alpha Orionis) de magnitude aparente 0,50, Rigel (Beta Orionis) de magnitude aparente 0,12, Bellatrix (Gamma Orionis) de magnitude aparente 1,64 e Saiph (Kappa Orionis) de magnitude aparente 2.06.

É uma constelação fácil de ser enxergada pois, dentre as estrelas que a compõem, destaca-se a presença de três, Mintaka (Delta Orionis) de magnitude aparente 2,23, Alnilam (Epsilon Orionis) de magnitude aparente 1,70 e Alnitak (Zeta Orionis) de magnitude aparente 2,03, popularmente conhecidas como "As Três Marias", que formam o cinturão de Órion e estão localizadas no centro da constelação.

Nesta constelação também encontra-se uma das raras nebulosas que podem ser vistas a olho nu, a Nebulosa de Órion que é uma região de intensa formação de estrelas.
As constelações vizinhas são Gemini (Gêmeos), Taurus (Touro), Eridanus, Lepus (Lebre) e Monoceros (Unicórnio).

A principal estrela de Órion (α Orionis) conhecida como Betelgeuse é uma estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª estrela mais brilhante no firmamento. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion. Apesar de ter a designação α ("alpha") na Classificação de Bayer, ela não é mais brilhante que Rigel (β Orionis).

Acredita-se que o seu nome é uma contração do árabe يد الجوزا yad al-jawzā, ou "a mão do (guerreiro, homem) do centro". Jauza, o do centro, inicialmente se referia a Gémeos entre os Árabes, mas a algum momento decidiram referir-se a Orion por este nome. Durante a Idade Média o primeiro caracter do nome y (ﻴ, com dois pontos sob ele), foi erroneamente traduzido para o Latim como um b (ﺒ, com um ponto apenas), e Yad al-Jauza tornou-se Bedalgeuze. Então, durante o Renascimento, alguém tentou derivar o nome árabe deste nome corrompido, e decidiu que ele foi escrito originalmente como Bait al-Jauza. Esta pessoa imaginativa então declarou que Bait seria "braço" em Árabe, para surpresa dos árabes em todo o mundo. Um linguista sem nome da Renascença então "corrigiu" a grafia para Betelgeuse, e o termo moderno nasceu. Para que Betelgeuse tivesse o sentido do "braço do centro", o original deveria ser ابط Ibţ (al-Jauza).

Mas o que é Betelgeuse? O nome é na verdade “Bet-Ël Geuse” cujo o significado é “O Centro da Casa de Ël (Deus)”.

Betelgeuse é na verdade o Portão de entrada para a Casa de Deus, o Criador, pois é um berçário estelar, uma fabrica de estrelas e é ali que Deus mora, conforme o sentido literal do texto do Gênesis, mas há outros profundos mistérios.

A matriz acima é a do capítulo 28 do Gênesis e dentro deste texto eu encontrei “Kassil” que é o nome hebreu de Órion codificado e que é cruzado pelo verso 16 que diz “Acordando, pois, Jacó do seu sono, disse: Na verdade o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia”.

A Cidade Invisível

"Ele construiu uma cidade e lhe chamou Luz; que é o seu nome até o dia de hoje” 

Juízes, 1, 26

Luz (לוז) é o local bíblico de sonho angelical de Jacob, como mencionado acima, e é também conhecida como a Casa de Deus ea Porta para o céu. Luz é uma cidade impenetrável na antiga terra de Israel, que só pode ser acessada através de uma caverna secreta escondida por uma árvore de avelã. Além disso, é-nos dito que, depois que foi conquistada, outra cidade também chamada Luz foi construída em outro país oriental, uma virtual "Shangri-la", onde a morte não existe e só a verdade pode ser dita.

É tão certo que a entrada desta cidade inter-dimensional é secreta e que não pode ser vista a olhos nus e por qualquer um, que alguns versos no Livro de Shofetim (Juízes), nos dizem: E a casa de José mandou espias a Betel, e foi antes o nome desta cidade Luz. E viram os espias a um homem, que saía da cidade, e lhe disseram: Ora, mostra-nos a entrada da cidade, e usaremos contigo de misericórdia (Juízes 1:23-24)”.

Há um profundo enigma aqui que deixa claro que a cidade é invível aos olhos, porque os espias, que eram dotados de habilidades místicas entre as quais incluía-se levitação e invisibilidade, viram um homem sair dela, mas eles não viram a cidade a ponto de captura-lo e “motivá-lo” a monstrar-lhe a entrada secreta para cidade.

“E, mostrando-lhes ele a entrada da cidade, feriram-na ao fio da espada; porém àquele homem e a toda a sua família deixaram ir”.

Juízes 1:26 

Estaria esta cidade inter-dimensional situada neste mundo, acima dele ou dentro da Constalação de Órion?

PASSAGEM PARA ORION?

Um universo paralelo é uma hipotética realidade separada que coexiste com a nossa própria realidade. Um grupo específico de universos paralelos é chamado um "multiverso", embora este termo também pode ser utilizado para descrever os possíveis universos paralelos que constituem a realidade. Embora os termos "universo paralelo" e "realidade alternativa" são geralmente sinônimos e possam ser intercambiáveis na maioria dos casos, há por vezes uma conotação implícita adicional com o termo "realidade alternativa" que implica que a realidade é uma variante do nosso próprio. O termo "universo paralelo" é mais genérico, sem quaisquer conotações que impliquem uma relação, ou falta de relacionamento, com o nosso próprio universo. Um universo onde as próprias leis da natureza são diferentes - por exemplo, aquele em que não há leis de movimento - seria na contagem geral, como um universo paralelo, mas não uma realidade alternativa. 

A hipótese da mecânica quântica real de universos paralelos é "universos que são separados uns das outras por um único evento quântico.

Seria a Cidade de Luz uma realidade alternativa ou um outro universo escondido na Constelação de Órion. O texto bíblico deixa claro que a cidade era invisível aos olhos e que pessoas ao saírem dela, tornavam-se visíveis.

Dentro do texto hebraico de Juízes temos codificado a ocorrência do nome hebreu de Órion (Cassil) duas vezes.

Este mistério profundo aqui revelado me fez recordar o filme A Múmia, no qual a cidade de Hamunaptra é invisível aos olhos e só pode ser vista pelos que sabiam o segredo.

Esta claro agora que, dentro da Sabedoria Escondida da Torah há mistérios praticamente insondáveis e de aterrorizar a alma e por esta razão foram escondidos.



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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Advertência Secreta Da QABALAH No Filme Noé

Noé & Matusalém & a Árvore das Vidas
"Arte conceitual do Diretor Darren Aronofsky para o Filme Noé"

Lemos: "E Adão conheceu sua mulher Eva, e ela concebeu e deu à luz Caim (Gênesis 4:1). Junto com a energia de Adão que concebeu Caim estava a energia deixada pelo elemento de símio com quem a mulher havia copulado primeiro. Caim foi concebido do lado feminino (esquerda da Árvore das Vidas, da energia de Severidade). Assim, sobre o nascimento de Caim não se diz: “E ele Gerou...”, mas ela concebeu um filho...”. Pela mesma razão sobre Abel se diz: “E em seguida, ela concebeu seu irmão Abel” e que, apesar de ter sido concebido lado masculino (direita da Árvore das Vidas, da energia de Bondade), o acusador havia enfraquecido o poder e a energia de Adão.

Bem, em relação à letra Qof de Caim (Qain): Caim também significa macaco, porque a letra Qof significa macaco. As letras começaram a produzir. Assim que a impureza foi removida, a letra Shin (de Shet) começou a operar, a união do macho com a fêmea e por isso ele diz: “E ele gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e ele nomeou-o Shet (Gênesis 5:3). Então, as letras se inverteram combinando com o aleph de Adão a letra Nun que segue a última de seu nome, o Mem e ambas foram combinadas com a primeira letra de Schet, o Shin para formar o nome Enosh (Gênesis 5:6). Qual é a diferença entre Enosh (Homem) e Adam que também significa Homem? Enosh tem origem na palavra anash significa estar doente e indica que não há a mesma força de Adão, e sobre o qual está escrito: “Que é o homem (Enosh) para que Tu o magnifique? (Jó 7:17)”.

A Advertência
O estudo da Sabedoria por aqueles que possuem defeito de consciência

“E a Sete também nasceu um filho; e chamou o seu nome Enos (Enosh); então se começou a invocar o Nome de Adonai (Gênesis 4:26)”.

R. Eleazar disse: Nos tempos de Enosh, os homens foram treinados em magia e adivinhação, e a arte de controlar as forças celestiais. Adão trouxe do Jardim do Éden com ele o conhecimento das “folhas de árvores”, mas ele e sua esposa e filhos não as praticavam. Mas quando Enosh veio viu a vantagem deste conhecimento e destas artes e como os cursos celestes poderiam ser alterados por eles, e ele e seus contemporâneos estudaram e praticaram magia e adivinhação e deles passou para a geração do Dilúvio e foram usados para o mal propósito por todos os homens (nashim) daquele tempo.

“NASHIM TEM RAIZ NA PALAVRA ANASH QUE SIGNIFICA “ESTAR DOENTE”. NASHIM É GERALMENTE TRADUZIDO COMO “MULHERES” PORQUE TODA MAGINA E ADVINHAÇÃO ENAMA DO PRINCIPIO FEMININO”.

Baseando-se nessas artes, eles desafiaram a Noé, dizendo que sobre eles nunca a Justiça Divina poderia ser executada porque eles sabiam todas as maneiras de evitá-la. Eles conheciam os Selos Angelicais e os Nomes Divinos e os usaram para evitar o Julgamento Divino. A prática destas artes começou com Enosh, e por isso ele diz do seu tempo: “Então começou a invocar o Nome de Adonai”. Eles fizeram isto de forma profana, usando o conhecimento e os Nomes divinos para os seus próprios propósitos egoístas.

“SEMELHANTEMENTE NÓS VEMOS ISTO NESTA ÉPOCA, ONDE AS PESSOAS (ENASHIM) QUEREM APRENDER A SABEDORIA CELESTIAL PARA USÁ-LA PARA PROPOSITOS PROFANOS, COM FINS DE ENRIQUECEREM, ADQUIRIREM PROSPERIDADE E BENS MATERIAIS”.

Por isto tenho tomado cuidado para com os que me procuram querendo aprender a Sabedoria, cuidado em investigar suas mentalidades e corações para conhecer os propósitos de porque querem aprender a Sabedoria Celeste, pois é preciso ter “Lév Tahór (Coração Puro)” sem o qual, ninguém poderá aprender a Sabedoria Celeste.

Assim aprendemos que, até que o defeito seja corrigido pela aceitação e amor à Instrução Divina (Torah) a pessoa (Enos) não pode ser introduzida nos Caminhos da Sabedoria Celestial. É preciso que ela primeiro se torne Adam.

O Filme Noach e Enosh

Recentemente nós vimos esta poderosa mensagem no filme de Darren Aronofsky “Noach”. No filme, quando Lamech está passando a Tradição da Sabedoria para Noé, ele nota quando os “Anoshim” se aproximam e diz “Homens (Anoshim)”. Na historia os Homens são os mineradores da Pedra Tzohar que é uma alusão ao Zôhar Sagrado e a Sabedoria da QABALAH. Assim, Tubal-Cain mata o pai de Noé, Lamech, toma a pele da Serpente que é uma alusão à busca pela iluminação.

"Cena do Filme onde vemos a Pedra Tzohar e as Serpentes e Répteis juntos, uma alusão a busca pela "Iluminação"".

Tudo isto no filme é uma alusão secreta de como a Sabedoria pode ser mal usada por pessoas com defeito de consciência, eles sempre a usarão para propósitos sem qualquer altruísmo, para fins próprios de enaltecimento do próprio ego, como vemos também na história bíblica da Torre de Babel: “E eles disseram: Vamos! Construamos uma Torre e façamos para nós “NOME”. O verso indica que eles usaram a Sabedoria para enaltecer o próprio poder do Ego.

Assim também é o aluno que não obedece ao professor que o adverte dizendo que ele ainda não pode ensinar, mas teimosamente ele desobedece e passa a ensinar o que não compreendeu defeituosamente criando mais defeito ainda. Devo advertir aqui o que o Zôhar fala sobre a teimosia e que ela vem de Amaleq cujo o pai é o Anjo Caído Samael.

Eu passei a compartilhar a Sabedoria Divina porque recebi a benção do meu Mestre que veio do Jardim do Éden para me revelar um mistério em Lag ba’Ômer de 2003 (33 do Ômer de 5763).

Assim, o aluno que não recebeu a benção do seu Professor e nem autorização para ensinar e teimosamente o faz, está criando defeito, maldade no mundo.

Desta forma aprendemos que, uma pessoa (Anosh) com defeito de consciência não deve aprender a Sabedoria Divina, pois se o fizer, a usará com propósitos errados e para benefício próprio.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Segredo dos Urim & Tumim & as Pedras do Peitoral



Entre as vestes do Sumo Sacerdote, o peitoral e os Urim e Tumim eram talvez o mais enigmáticos. O peitoral era um brocado padronizado feito a partir de fios de ouro , azul, vermelho e vermelho de lã e linho fino torcido. Ele foi criado com quatro fileiras de pedras preciosas montadas em cenários de ouro - doze no total. Os nomes das doze tribos foram gravados codificados nas pedras - um em cada pedra - , bem como os nomes dos patriarcas, Abraão, Isaac e Jacob . 

Urim & Tumim
Ana Be'Koach & os &2 Nomes

De acordo com o Zohar, os Urim e Tumim eram as Quarenta e Duas Letras e os Setenta e Dois Nomes de D'us colocados nas dobras do peitoral que faziam com que as letras gravadas nas pedras acendessem em seqüência, com a finalidade de explicitar uma resposta à uma pergunta feita pelo Sumo Sacerdote.

"Coloque o Urim eo Tumim no peitoral do juízo e serão sobre o coração de Arão, quando vem antes de D'us. (Ex. 28:30)".

No Zôhar, o rabino Yehuda revelou : O significado da palavra "Urim (הָאוּרִים)" foi explicado como derivando de "meirim" que significa "iluminar" - uma vez que iluminava as letras gravadas nas pedras do peitoral . Este é o segredo místico de "a lente que brilha".

A sefirá Malchut na Árvore das Vidas é chamada de "a lente que não brilha", uma vez que ela não tem a sua própria iluminação mas deriva sua luz de Zeir Anpin (A face Luminosa).

O termo aramaico para "a lente que brilha" é " aspaklarya meira". O termo "aspaklarya" foi traduzido como vidro, espelho, espéculo, telescópio etc. O significado básico é que ela (a lente) é o meio pelo qual a Inspiração Divina está focada e é manifestada, e esta pode ser a origem da "bola de cristal" falada em muitas fábulas. O comentário Mikdash Melech relaciona esta ao cluster (aglomerado estelar) do sefirot chamado Zeir Anpin (a Face Luminosa), formado pelos seis sefirot chessed, guevurá, tiféret, netzach, hód e yesód que são iluminados pelo Nome de Quarenta e Duas Letras.



Esta " lente que brilha" é formada pelas Oti'Ót (Letras) do Santo Nome de Quarenta e Duas Letras ali a nas dobras do peitoral, através do qual foram criados os mundos.

O Tumim é o segredo místico das letras incluídas no "a lente que não brilha (aspaklarya sh'eina meira)", ou seja, a sefira Malchut que é iluminada pelos Setenta e Dois Nomes de D'us conhecido secretamente como "O Nome de 216 Letras"  gravado no peitoral e seu poder de iluminar as outras letras que foram gravadas nas pedras do peitoral.

Malchut é chamado de "a lente que não brilha", uma vez que ela não tem a sua própria iluminação. Em vez disso, recebe toda a sua iluminação de Zeir Anpin. Assim, os dois são comparados ao sol, fonte de luz e a lua, que não tem luz própria. No entanto, malchut é iluminada pelo mais nobre dos Nomes Divinos, o Shem ha'Meforash, que tem a sua fonte na sefirá Chochma (Sabedoria), que é o segredo esotérico de "O pai (chochmá)  cria a filha (malchut0)". Eles são o segredo místico do Santo Nome e que unidos são chamados de "Urim e Tumim".

Venha e veja: quando essas letras desses dois Nomes Sagrados foram apresentada lá nas dobras do peitoral seu poder de iluminar as outras letras que foram gravadas sobre as pedras do peitoral, ou seja, as Letras dos Nomes das Doze Tribos (ver Talmude Yoma 73b), iluminando algumas e deixando outras apagadas.

E, assim, o Sumo Sacerdote era capaz de encontrar a resposta adequada para sua pergunta e agir em conformidade. Ele poderia saber até mesmo se algum estava relatando algo com verdade ou não. Esta ferramenta esotérica era o verdadeiro "detector de mentiras".

Retirado do  Zohar II , p. 234b ; co comentários de Moshe Miller e traduzido para português com outros comentários por Deepak Sankara (Artesão da Luz).

Notas de Rodapé
1. Mikdash Meleque, Matok MiDevash , Ziv haZohar


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sábado, 15 de março de 2014

O Mistério de Jonas & O Grande Peixe



Um Osni ou um Submarino Atlante?

Lembro-me bem da História de Jonas, pois foi a única que meu pai, quando eu era pequeno,  leu para mim nalguma noite antes de dormir, na velha casa da Vila Curuça Velha em São Miguel Paulista onde moramos por doze anos. Esta história sempre me intrigou e hoje conheço o seu segredo.

O texto biblico diz: "Va'yeman Adonai dag gadol, le'biloá et Yonáh; va'yehi Yonáh bimei ha'dag, shelosháh yamim u'shelosháh leil'Ot (Yonáh pereq 2° passuq 1°)".

וַיְמַן יְהוָה דָּג גָּדוֹל, לִבְלֹעַ אֶת-יוֹנָה; וַיְהִי יוֹנָה בִּמְעֵי הַדָּג, שְׁלֹשָׁה יָמִים וּשְׁלֹשָׁה לֵילוֹת

A tradução aproximada seria: "E enviou o Yud He Vav He grande peixe para engolir a Yonáh (Jonas); e esteve Yonáh nas entranhas do peixe, três dias e três noites (Jonas capítulo 2 verso 1°)".

O segredo de Jonas está oculto no Zôhar de forma esotérica. O Zôhar diz: "Ele viu na barriga do peixe um espaço aberto e as salas de um palácio e os dois olhos do peixe brilhando como o sol ao meio-dia. Dentro dele havia uma pedra preciosa que iluminava tudo ao redor e fez visíveis as maravilhas do fundo do mar".


Que peixe de carne e ossos poderia conter um palácio com salas e iluminado com uma lâmpada alimentada por algum reator de energia desconhecida? Por algum tipo de fusão? Certamente o Zôhar esta revelando uma máquina submarina de tecnologia avançada, possivelmente um OSNI, termo este criado por nós e que possivelmente não vai definir um objeto intra ou extra mundo, talvez até mesmo Atlante. Para evidenciar isto o Zôhar nos oferece outra pista:

"Rabi. Nehorai, o ancião, estava, certa vez, viajando pelo mar. O barco foi destruído em uma tempestade e todos os que estavam nela foram afogados. Mas ele, por algum milagre, desceu até o fundo mar e encontrou ali um país em que viu os seres humanos estranhos de tamanho pequeno. Eles estavam recitando orações, mas ele não pôde entender o que eles estavam dizendo. Por outro milagre ele foi devolvido à superfície e disse."Bem aventurados são os justos que estudam a Torá e conhecem os mistérios mais profundos".

Certamente rabi Nehorai, da mesma forma que Jonas, foi transportado por alguma máquina até Atlântida para testemunhar a sua existência e depois foi devolvido à superfície exatamente como Jonas.

Conclusão:

O "peixe" que engoliu Jonas era alguma espécie de máquina submarina avançada capaz de mergulhar quilômetros no fundo do mar e não qualquer criatura de carne e ossos. Tal máquina possuía iluminação interna e faróis capazes de clarear como o sol do meio dia, a mais profunda escuridão no fundo do mar e revelar os seus mistérios os quais Jonas pode observar de suas duas janelas que eram os olhos de tal "peixe".

Isto não te lembra "20.000 Léguas Submarinas?" Não seria possível que Jules Verne tenha estudado o Zôhar e encontrado nele este segredo?


Jules Vernes autor de 20,000 Léguas Submarinas