quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Houve um Dilúvio na Terra?



Este artigo se trata, na verdade, de "Arqueologia Mística Forense". Ele não está completo, e novas evidências serão juntadas a ele com o decorrer do tempo.

O Dilúvio: apenas uma catástrofe local ou universal?

William H. Shea

"Um exame da evidência arqueológica e das tradições linguísticas e literárias mostra que a simples inundação de um vale da Mesopotâmia não pode explicar adequadamente o dilúvio bíblico".

Criacionistas e evolucionistas discordam quanto ao Dilúvio. Os criacionistas argumentam que a Bíblia é um documento divinamente inspirado e que seu registro do Dilúvio descreve um acontecimento histórico real, um dilúvio universal. Os evolucionistas respondem à narrativa bíblica de diversos modos. Alguns a rejeitam como não histórica e indigna de consideração séria. Outros, contudo, dão uma explicação que não concorda com a opinião criacionista. Sugerem que houve um acontecimento histórico que fornece a base para a história, mas que a história tem sido muito exagerada em relação ao acontecimento original. Pensam que houve uma inundação local grave no rio Tigre ou no Eufrates (ou em ambos), e que essa inundação foi ampliada de tal modo que quando o relato chegou ao escritor ou escritores bíblicos, foi considerado um dilúvio universal.

A teoria de uma inundação local

Esta teoria começou com um arqueólogo. Sir Leonard Woolley estava escavando em Ur, no sul do Iraque, no final da década de 1920, quando numa trincheira particularmente profunda seus operários chegaram a um depósito estéril de argila sem mais nenhum traço de civilização. Fez com que os operários continuassem a cavar através desse sedimento. Mais no fundo chegaram a uma nova camada de ocupação. De pé na trincheira com um dos operários e sua esposa, ele perguntou: “Vocês sabem o que é isso, não sabem?” O operário olhou surpreso, mas a esposa prontamente respondeu: “É o dilúvio de Noé!” E assim nasceu a teoria de uma inundação local na Mesopotâmia como a explicação do dilúvio bíblico.

"A teoria do Dilúvio foi baseada em uma mente "religiosa" e não em evidências arqueológicas e que, propagada pelos cristãos, acabou por se tornar uma "evidência irrefutável" do dilúvio narrado na Torá."

Sir Max Mallowan

Depois da Segunda Guerra Mundial, Sir Max Mallowan, cavando em Nimrud (Calah), propôs uma revisão da teoria de Woolley. Ele queria atribuir o dilúvio bíblico a um nível diferente de depósito aluvial em outros lugares na Mesopotâmia. Ao passo que o dilúvio de Woolley tivesse sido fixado por volta de 3500 a.C. na maneira convencional de datação arqueológica, o professor Mallowan propôs a data de 2900 a.C. à camada que deu origem às histórias na Mesopotâmia, e depois na Bíblia, de um dilúvio.

Nosso propósito aqui não é avaliar ou endossar essas datas arqueológicas, mas usá-las como base para comparação. A teoria de uma inundação local levanta muitos problemas, os quais podem ser examinados de três perspectivas diferentes: arqueologia, lingüística e tradições literárias. Tal exame vai determinar se a história bíblica do dilúvio remonta à história da inundação local de um rio na Mesopotâmia, ou à Bíblia como o registro histórico de um dilúvio universal.

"A verdade é que, não existem evidências de uma inundação global no planeta terra e até hoje nada se produziu ou se encontrou que evidenciasse isto".

Dilúvio na Terra?

À medida em que fui escavando o terreno, segredos maravilhosos foram surgindo e uma compreensão elevada tomou minha mente.

Vejamos o verso traduzido da Torá de acordo com a mentalidade religiosa: "Então disse Deus a Noé: O fim de toda carne é chegado perante mim; porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os destruirei juntamente com a terra".

De fato, a Torá não diz o que as traduções das Bíblias querem fazer parecer. Vejamos o que diz o texto original hebraico:

יג וַיֹּאמֶר אֱלֹהִים לְנֹחַ, קֵץ כָּל-בָּשָׂר בָּא לְפָנַי--כִּי-מָלְאָה הָאָרֶץ חָמָס, מִפְּנֵיהֶם; וְהִנְנִי מַשְׁחִיתָם, אֶת-הָאָרֶץ.

Primeiro, o verso não diz que o Santo, bendito seja Ele, falou com Noach, mas que os "Elohim" o fizeram, e sabemos, de acordo com o Zohar, que os "Elohim" foram os "Engenheiros genéticos" encarregados de criar todas as coisas, incluindo Adão. Além do mais, o termo "Elohim" é plural e se fosse emprestar a ele o significado "D'us" então deveria ser "Deuses".

Retraduzindo o verso, eu o faria da seguinte maneira: "Então disseram os Engenheiros para Noé: O fim de toda carne é chegado perante nossas faces; porque Aretz está cheia com violência em suas faces; eis que as destruirei juntamente com Aretz".

Todos os planetas tem, de acordo com as esferas da Árvore das Vidas, sete compartimentos que também são chamados câmaras e na torá "Faces". Relembremos com a tabela que já foi publicada aqui no blog no artigo "Adão & Marte":

Universo
Céus
Terras
Sefirá
Dia
Planeta
1
Qodesh
Vilon
Erets
Chessed
1º Dia
Júpiter
2
Ratson
Rakia
Adamá
Guevurá
2º Dia
Marte
3
Ahavá
Shechakim
Arqa
Tiféret
3º Dia
Astera
4
Zechut
Zevul
Charva
Netzach
4º Dia
Venus
5
Noga
Maón
Iabasha
Hod
5º Dia
Mercúrio
6
Etsem
Machon
Tevel
Iesód
6º Dia
Lua
7
Livnat
Arvot
Chalad
Malchut
7º Dia
Terra

De acordo com os mistérios revelados no Zohar Sagrado, nosso planeta chama-se "Chalad" e que fica no universo chamado "Livinat ha'Saphir (Pavimento de Safira)". Os céus sobre nós são chamados "Arvot". No tana'k, nosso planeta recebe o nome código de Yerushalayim (Jerusalém) e o Zohar descreve a sua criação. Sobre a descrição do nosso planeta, o Zohar diz:

"Então, D'us jogou no Abismo (Da'at) uma Pedra Preciosa que tinha formado parte do Seu Trono (Biná). Uma extremidade dessa pedra tornou-se fixa no Abismo, enquanto a outra emergiu sobre o caos. Então o fim projetado, que no início não era mais que um Ponto na imensidão do espaço sideral, começou a esticar-se à direita e à esquerda e em todas as direções. E nele o mundo se estabeleceu. Ele o amou e chamou-o "Jerusalém Terrestre" e ela é a menina do seu olho (malchut) a que chamamos Israel: O Planeta Terra... (do zohar com explicações minhas)".

Então "Chalad" possui "Sete Câmaras" assim como todos os outros planetas em todos os sistemas solares da Galáxia, e no nosso caso seriam: Aretz de Chalad, Adamá de Chalad, Arqa de Chalad, Charvá de Chalad, Iabasha de Chalad, Tevel de Chalad e Chalad de Chalad.

Acima, no verso da Torá, os Elohim avisam Noach que não apenas destruirão Aretz mas também todas as suas faces. A pergunta então é: Aretz de qual planeta seria destruído junto com todas as suas faces? Vejamos outro verso:

כ מֵהָעוֹף לְמִינֵהוּ, וּמִן-הַבְּהֵמָה לְמִינָהּ, מִכֹּל רֶמֶשׂ הָאֲדָמָה, לְמִינֵהוּ--שְׁנַיִם מִכֹּל יָבֹאוּ אֵלֶיךָ, לְהַחֲיוֹת.


Traduzindo de acordo com a mentalidade ampliada pela Sabedoria do Zohar, nós descobrimos em qual mundo o Dilúvio realmente aconteceu:

"Dos pássaros segundo as suas espécies, dos aminais segundo as suas espécies, de todo inseto de Adamáh segundo as suas espécies, dois de cada espécie virão a ti, para os conservares em vida".
Gênesis 6:20

De acordo com a tabela acima, Adamáh é Marte e não Chalad (o planeta terra) e isto muda tudo, altera toda a nossa compreensão do mistério do Dilúvio.

O Dilúvio Marciano

Em tempos, cientistas surgiram com a ideia de que Marte teria sofrido uma inundação catastrófica . Marte, onde não há uma única gota de água em estado líquido. Essa ideia tem outros apoiantes, que insistem na hipótese de que o planeta Marte foi inundado por um dilúvio . Já na Terra, cuja superfície é constituída por 70% de água, não é crível que, em tempos, tenha acontecido um dilúvio. Isto apesar de vermos o catastrofismo bem presentes nas rochas de uma ponta à outra do planeta. Dilúvio em Marte? É possível. Dilúvio na Terra? Isso já é religião…

Para evidenciarmos isto, devemos nos equipar com ferramentas que nos permitam realizar esta arqueologia forense mística e encontramos as provas para que sejam apresentadas. Devemos sair do campo da religião e do achismo cristão.

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Procuramos pelo nome hebraico de Marte dentro dos capítulos 6 e 7 de Gênesis que narram o Dilúvio, e o que encontramos? Acima, no centro da matrix na cor vermelha e na posição vertical (em pé) temos "Ma'adim" que é Marte em hebraico e cruzando-o está o verso 7 do capítulo 6 de Gênesis:

"E disse o Sagrado: Destruirei das faces de Adamáh o Adão que criei, tanto o Adão como o animal, os insetos e os pássaros dos céus; porque me arrependo de os haver feito".
Gênesis 6:7

É justamente este verso que está cruzando "Ma'adim (Marte)" no texto original hebraico acima. Então: Noé veio de Marte?

O Que Era a Arka?

Até os dias atuais, não existem evidências de que um gigantesco navio de madeira de gôfer tenha sido construído por um Noé e o Zohar deixa claro que realmente não existiu uma Arca de madeira construída neste mundo, e mesmo porque sabemos que os animais de um planeta inteiro não caberiam em qualquer navio construído, e então, se a Arca não era um navio, era o que?

O Zohar revela que a Arca era um "deposito genético" e que foi isto que foi armazenado por Noé nela. Portanto, a Arca era um "Navio Espacial" e não um barco de madeira que dificilmente teria sobrevivido a águas bravias. Ah, dirão os religiosos, D'us estava com Noé e portanto o barco sobreviveu por um milagre. hummm...

A evidência está no termo hebraico usado para Arca que é "Tevá" e que só foi usado duas únicas vezes em toda a Bíblia. Uma para aludir à "Arca de Noé" e a outra para aludir ao "Cesto de Moisés".

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No texto hebraico dos capítulos 6 e 7 do Gênesis, nós encontramos codificado o termo "Chalalit" cujo significado é "Nave Espacial" e ao lado direito em azul temos "Farás para ti uma Arca de Madeira de Gofer...". Abaixo de "Nave Espacial" está escrito de forma codificada "Levantou, com fogo e barulho, de sobre a Face de Adamáh (A pirâmide com face humana)".

Bem, isto muda tudo, toda a ideia religiosa sobre Noé...



A Causa do Dilúvio

De acordo com o Zohar, o Midrash, Talmud e outros livros da Sabedoria, a causa do "Mabul (Dilúvio) foi para afogar o gênero "humano" corrompido. Para compreender melhor, você deve mudar a ideia religiosa de "humanidade" da sua mente, e substituí-la pela verdade. Saiba que humanidade é o significado do nome "Adam (Adão)" e se compõe do gênero masculino e feminino unidos. Existem "humanos" em todos os universos, e todas as galáxias e em todos os sistemas solares. São os filhos de Adão...

Você deve substituir a ideia corrompida de Adão figura "humana" como conhecemos hoje, pois Adão foi criado à imagem dos Elohim que são os filhos de D'us. Há o Adão Celeste chamado "Adam Qadmon (Adão Primordial)", o Primeiro Adão (Adam ha'Rishon) e o Segundo Adão (Adam ha'Sheni), e este último é o Adão de Yetzirá que foi formado do pó de Adamá (Marte).

A humanidade em Marte era um gênero híbrido "humano/angélico", a começar por Kain que era filho de Samael (a serpente) com a primeira mulher de Adão (Lilith) que, quando unida com Adão também era chamada "Chavah (Eva)". Lilith foi a mãe dos gêmeos Kain e Hevel (Abel), sendo Kain filho da Serpente, um animal de beleza exótica e extremamente astuto e com inteligência feminina, e Abel filho do sêmen de Adão. Ambos foram fecundados no Éden (o planeta angelical Astera), mas nasceram, de acordo com a narrativa secreta do Zohar, em Marte. Para compreender melhor, leia os artigos Adão e Marte e O Primeiro Astronauta.


Existiu Um Noé?

Tudo nas escrituras sagradas, são códigos, e os nome citados na Bíblia são arquétipos sefiróticos da Árvore das Vidas. Noé é o arquétipo do sefirot de yesod que, no corpo humano corresponde aos órgãos sexuais, e assim, Noé é um código para "fecundação". Uma vez que a Arca continha o DNA de todas as criaturas e seres que foram salvos da inundação, eles poderiam, agora, serem semeados em um novo mundo: A Terra! Foi assim que a vida se iniciou aqui...


À medita que as Bibliotecas, os Arquivos celestes vão sendo abertos, e que as almas dos mestres nesta geração vão revelando os mistérios antes escondidos, nossa memória celeste (Adâmica) antes apagada, vai se recordando da nossa verdadeira natureza e de todos os segredos que houveram sido esquecidos.

Nós já habitamos outros mundos e este é o sétimo que habitamos. Todos os outros foram destruídos e ainda existem segredos maravilhosos para serem recordados. Marte foi um dos mundos que habitamos, e esta é a razão secreta do porque a humanidade quer "conquistar (reconquistar/terraformar)" o planeta vermelho. 


Sobre o Dilúvio:

Nos últimos sete dias antes do dilúvio, quando os sinais terríveis e grande comoção encheu os céus, nos "últimos dias de descanso" durante o período final dos 120 anos que haviam sido dados, Deus mudou o curso da natureza:

"Depois de sete dias" [Gen. 7:4, 10] - nestes últimos sete dias (7.000 anos), o Santo mudou a ordem da criação e o sol passou a nascer no oeste e se por no leste -Talmude Sanhedrin 108b".

"Todas as fontes do grande abismo foram aberts, e as janelas (portais) dos céus se abriram. (Gênesis 7:11)".

A água fluir a partir do interior da terra e dirigiu-se para a superfície, e ao mesmo tempo uma chuva verteu-se não das nuvens, mas do universo, a partir de uma direção definida.

As águas superiores correram através do espaço quando Deus removeu duas estrelas da constelação das Plêiades.

Estas águas superiores eram quentem, ferviam não como águas da uma chuva comum.

Os pecadores foram literalmente cozidos e foram punidos por águas ferventes, Deus ordenou que cada gota d'água passasse através de Geena antes de cair para a terra. Talmud Sanhedrin- 108b

Desde o dia em que as águas inundaram todos os mundos através das "janelas dos céus" e durante o dilúvio, o sol estava encoberto, e a terra tremeu e os vulcões entraram em erupção.

Para conhecer mais destes mistérios, adquira hoje mesmo ao Livro "Adamáh - As Origens Secretas da Humanidade". Clique no link a seguir:






Continuará...


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sinais Nos Céus: A Mensagem Do Cometa



"Dizem... que o cometa sempre os precede, estes destruidores de mundos - Iman no filme As Crônicas de Riddick. "E acontecerá que, no fim dos tempos, o Santíssimo reedificará Jerusalém (a terra). Uma estrela "fixa" estará (aparecerá) rodeada de outras setenta estrelas (constelações), e será visível por setenta dias - Zohar "O Ninho do Pássaro".

Todas as guerras e catástrofes são anunciadas por um evento celeste. Em 1986 o Comenta Halley anunciou uma grande catástrofe: A explosão do reator nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, tornando o local e a cidade vizinha de Pripyat inabitáveis, verdadeiras cidades fantasmas.

Em agosto de 2006, o C/2006 P1 - o Cometa Mcnaught - visto acima na foto, foi descoberto, sendo o mais brilhante em 40 anos depois da passagem do Ikeya-Seki em 1965. Durante sua passagem, Israel bombardeava o Líbano.


No texto do Zohar, um outro cometa é revelado: "Depois disto, a estrela reaparecerá somente uma vez no dia de Sábado". Isto é, sete anos depois, durante a Shemitá (שמיטה) que é o ano Sabático, e por isto diz "somente uma vez no dia de sábado". Esta estrela será o cometa recém descoberto, o C/2012 S1 que terá a magnitude de 15 luas cheias e atingirá o seu periélio em 28 de Novembro de 2013 (25 de Kislev de 5774) no primeiro dia de "Chanuká" exatos sete anos depois do Cometa McNaught.

A Mensagem Do Filme "IMPACTO PROFUNDO"


Outra assustadora profecia está codificada no filme "Impacto Profundo" quando um cometa é descoberto por um jovem astrônomo amador chamado "Leo Biderman". No filme o presidente dos EUA é um Afro-Americano. Leo é Leão, e o ano de 2013 quando o cometa C/2012 S1 se tornará visível é o ano que, de acordo com o luach universal será regido por leão no universo. Nos dias atuais, o Presidente dos EUA é o Afro-Americano Barak Hussein Obama. Coincidência?


Morgam Freeman como Presidente Afro-Americano em Impacto Profundo

No filme "As Crônicas de Riddick", Iman é um homem sagrado do Islam, um afro-heliano que vive em Nova Meca. Isto nos diz que, durante a passagem do cometa, uma grande batalha deflagrada contra as nações arábicas por causa do "Petróleo" e que culminará com a 3ª Guerra mundial será iniciada. O ego dos governos mundiais colocará fogo no planeta, e é por isto que o Zohar diz que "Deus reedificará Jerusalém" que é o nome que a Terra é também chamada nas Escrituras Sagradas.


Dadas estás evidências, nos resta considerá-las atentamente e usarmos este conhecimento para nos elevarmos mais, alterarmos nossas consciências e prepararmo-nos para o que está por vir.

domingo, 7 de outubro de 2012

AMALEQ - As Origens Ocultas do Nazismo

AMALEQ
As Origens Ocultas do Nazismo

Em 1946, no “Tribunal de Nuremberg, 10 Nazistas foram pendurados na forca por seus crimes de guerra contra a humanidade. No livro bíblico de Esther, nós somos informados sobre Haman e seus 10 filhos que tinham sido enforcados na Pérsia há 2400 anos por tentar destruir a nação israelita.
Há uma pergunta que a humanidade sempre faz: Quem era realmente Hitler? Qual era sua verdadeira identidade? Agora, o mundo poderá ter a resposta. Este segredo é oculto nas letras de seu nome quando copiado para a língua hebraica. "H.I.T.L.R" (no hebraico, não existem vogais).


Na história de Esther, estranhamente, e pedido que os filhos de Haman sejam enforcados novamente no futuro. Os nomes dos 10 são escritos nesta história. Dentro destes nomes há uma data codifica, o ano hebreu de 5707, correspondente a 1946, ano do Tribunal de Nuremberg.

Estes segredos estão ao seu alcance agora nesta intrigante obra qabalistica. Você descobrirá também o terrível segredo do ex-presidente americano George W. Bush e de Osama bin Laden. O autor Misha”Ël Yehudá revelará para você os mistérios sobre “Amaleq - As Origens Ocultas do Nazismo”.

Nesta obra você descobrirá também o terrível segredo de Grigori Rasputin, o feiticeiro czarista, o mistério de seu assassinato e sua ligação com o poderoso feiticeiro bíblico chamado Balaão, o qual muitos acreditam que era um profeta...
Compre aqui o livro 'AMALEQ - As Origens Ocultas do Nazismo' 

terça-feira, 12 de junho de 2012

O Livro de Eli: Retratos do Futuro


Em Janeiro de 2007, eu começei a trabalhar no meu segundo livro ao mesmo tempo em que trabalhava no primeiro. Eu o intitulei "Crepúsculo de Bronze". O pano de fundo é o mundo desértico pós holocausto nuclear e a personagem principal um judeu cego que cruza os EUA em busca de uma relíquia mística sagrada que ajudará a reustaurar o mundo destruído pós 3ª Guerra Mundial. Escrevi mais de 100 páginas e guardei-o de lado para concentrar-me na primeira obra: Crônicas de Qédem.

Qual a minha surpresa quando "The Book Of Eli (O Livro de Eli)" foi lançado? Eu fui tomado de tamanho espanto, pois jamais havia revelado a qualquer pessoa que trabalhava em "Crepúsculo de Bronze" e a semelhança da personagem Eli com a personagem "David Nevuá (O Oráculo)" fez-me ver que não era um acaso, mas uma mensagem do futuro.



Eis aqui alguns trechos da minha obra ainda não terminada e nem publicada: "O gigantesco cogumelo atômico ergueu-se a 32 quilometros queimando os céus do Oriente Médio por longos sete minutos, seguido por seis outros nos continentes restantes do planeta, no exato intervalo em que durara o primeiro, um após o outro, dando inicio à era do crepúsculo. Em quarenta e nove minutos todas as cidades dos principais países do mundo estavam em chamas e quase, quase tudo fora reduzido a cinzas, com exceção do Marrocos e algumas outras republicas e reinos, que não possuíam armamento atômico. No minuto seguinte às imensas detonações, toda a humanidade já havia atingido o qüinquagésimo degrau da negatividade – com chamavam os antigos livros, armazenados agora em pergaminhos eletrônicos, o ápice da escuridão que alguém poderia atingir. A inteligência artificial fora programada para detonar todos os artefatos atômicos do planeta, no caso de um ataque ao Estado Político de Israel. Batizado de “Projeto Gideon” incluía o lançamento de trezentas ogivas nucleares contra dez países inimigos, e que fora modificado posteriormente quando o “S.Q.M.M – Sensitive Quantic Machine Machshev” em atividade em um complexo militar construído no Negev, assumiu o controle de todos os armamentos nucleares do mundo. Se existiam “fantasmas na máquina”, esta fora a prova definitiva. Do outro lado, religiosos dogmáticos diziam – “E foi-lhe dado comunicar fôlego à imagem da besta...” citando as palavras do antigo Livro da Revelação.
Homens, máquinas humanóides, hardwares inteligentes e replicantes travariam durante anos, uma batalha pela sobrevivência de suas raças, pela escassez de alimentos e água, num mundo desértico pós apocalíptico.
Doenças radiológicas assolariam o mundo durante décadas, a não ser que um milagre purificasse a atmosfera, e devolvesse o planeta ao seu estado edênico original, mas isto seria algo quase impossível.
“Homem nenhum deveria confiar em milagres” – dizia um antigo livro da sabedoria. Milagres são resultado de conhecimento transformando em habilidade, e não uma simples questão de Fé religiosa e dogmática, como pregavam a maioria das religiões, agora extintas. Para que a atmosfera fosse totalmente regenerada, seria necessário alguém extraordinário, que possuísse o Conhecimento e que fosse capaz de transformá-lo em ação. Mas, pessoas extraordinárias agora eram uma lenda, e mesmo antes do Crepúsculo já eram uma raridade.
Fé? O mundo já não conhecia esta palavra, e mesmo antes do Holocausto Nuclear sequer sabiam o seu verdadeiro significado. Numa época de tamanha escuridão as pessoas apenas queriam sobreviver, e para sobreviver, fariam qualquer coisa.
A humanidade havia encontrado finalmente a ferramenta que os ajudaria a conhecer e discernir as criaturas sem alma dos verdadeiros seres humanos: As trevas!



Num outro trecho da minha obra, surge uma personagem profética, um homem afro americano (negro), pregador místico com uma mensagem:

“Naquele dia não haverá luz, mais frio e gelo”.

Esta será a praga com que o Eterno ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: A sua carne apodrecerá estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca
– Profecia de Zacarias

Fora escrito acima da porta de entrada do que sobrou das ruínas de uma velha igreja protestante, agora um refugio para remanescentes humanos, a maioria com terríveis mutilações provocadas pelos efeitos da radiação. Para muitos uma simples citação da “A.C.B”, para outros, uma clara alusão às poderosas detonações atômicas que colocaram o mundo na era do Crepúsculo.
A América já não existia como antes, a bomba detonada em solo americano colocara as explosões de Horoshima e Nagasaki no Japão em 1945 como uma nota de rodapé em um jornal.
- “Não vos enganeis: de D´us não se zomba – gritava um velho pastor protestante, e completava: - “pois tudo aquilo que o homem semeou”... oh! Isto também ele colherá!”.
Aquele homem negro de 72 anos e de barbas longas e grisalhas não era um simples religioso. Houvera sido um físico nuclear, filho de um dos cientistas do projeto manhatam.  Tinha 59 anos quando os cogumelos se ergueram na crosta da Terra.
- “Sabem o que é isto?” – perguntava às vezes. – “isto é o código 566”.
Dizia isto devido ao valor numérico do nome Hiroshima, em hebreu “566” e que não por acaso também era o mesmo da palavra Tikun[1].
- Ora! Cale-se seu velho tolo! Disse um homem calvo e com apenas uma das mãos, a direita. – Por que sempre diz esta baboseira?
- Porque se nós tivemos ouvido as “pequenas vozes” que por décadas nos avisaram, não estaríamos nesta realidade. – respondia sempre o pastor.
As “pequenas vozes” foram os discursos e advertências dados pelos místicos de muitas épocas, e que sempre eram suprimidas pelas religiões. Religiões estas, que agora eram apenas uma lembrança, pois um novo e poderoso Dogma surgira e seu líder era ameaçadoramente assustador.
- Você ouviu sobre o culto? – perguntou o calvo enquanto tentava acender uma bituca de cigarro de palha, difícil para alguém com apenas uma das mãos.
- culto? Que culto? - Devolveu o pastor? Fazendo-se passar por tolo. O calvo olhou para o poente durante alguns segundos e disse: - o culto das máquinas – e completou a seguir: - elas estão vindo...
- é verdade – disse o pastor enquanto seu pensamento perdia-se no poente do sol cor de bronze. Disse isto porque, estranhamente, ele fez parte de um projeto nos anos anteriores ao crepúsculo que dera origem aos primeiros hardwares inteligentes do mundo. Agora, o passado mostrava-se no horizonte como um enorme fantasma saindo do armário da humanidade para assustar os homens.

- “Não vos enganeis: de D´us não se zomba... pois tudo aquilo que o homem semeou...” – balbuciou novamente.



[1] Literalmente “Correção/Karma.


Então, a personagem David Nevuá é apresentada: 

- Ele está vindo – disse um humanóide para um humano calvo e de feição carrancuda no que sobrou de um bar em Houston, no Texas. Antigas fotos desbotadas de espaçonaves e astronautas americanos permaneciam nas paredes, como uma lembrança do nível que atingira a devastada nação sob a liderança daquele homem justo que fora assassinado em Dallas.

– Ele? Perguntou o homem. – sim – respondeu o humanóide, e completou – eles o chamam de “Oráculo”.

David Nevuá era o seu nome. Meio homem, meio máquina, perdera a visão por causa da radiação e recusara os olhos biônicos que lhe ofereceram. Uma faixa de trapos velhos cobria as órbitas agora preenchidas com olhos de silício transparente, que apenas podiam ser vistos quando na ausência dos trapos e do traje especial contra radiação.

Ele fora feito um Cyborg devido ao acidente de avião que sofrera, e que vitimara Gabriele, sua esposa e Thomas, seu filho de treze anos.  Apesar de ter rins, pulmões, braços, pernas e coração biônicos, não desejava mais nenhum outro. O casamento com Gabriele durara dezesseis anos e frutificara para o bem.

Algo realmente estranho acontecera no momento em que o avião caíra. O aparelho cruzara uma tempestade de granizo com pedras do tamanho de bolas de tênis. O local da queda fora no Novo México, em Alamogordo – palco do primeiro teste nuclear da historia, onde a areia transformara-se em vidro devido ao calor gerado pela detonação. Enquanto os investigadores de acidentes aéreos examinavam o que sobrou da fuselagem destruída do jato, encontraram ao sul uma pequena cidade chamada “Santa Blanca”, e fora este achado que assustara todo o país. Imagens exibidas pelos noticiários de tevê a cabo, mostraram uma cidade complemente enterrada no gelo junto com todos os seus habitantes, incluindo crianças, animais e plantas.
Na principal igreja da cidade, os peritos encontraram enterrado no gelo um selo feito de iridium, como determinou a investigação, gravado com um estranho símbolo que não fora reconhecido por ninguém.
Um velho monge trazido da Rússia, especialista em símbolos antigos, disse com os olhos esbugalhados ao vê-lo pela primeira vez:

- Melhor nos será a morte do que conhecer o dono deste selo – disse.
- Por que dizes tal coisa? Perguntou um dos investigadores encarregado de encontrar, transportar e proteger o velho padre.

- Eu digo isto porque, o dono deste selo já transformou cidades inteiras em sal, e destruiu outras através do fogo.

- Quem é ele? Perguntou o investigador enquanto tentava transparecer calma diante das palavras do velho.

- Gabri´El! – disse o monge olhando fixamente para o selo que segurava na mão esquerda.

Oráculo? - perguntou o homem enquanto uma velha “cabeça hardware” limpava com seus tentáculos feitos de titânio um velho copo de vidro trincado.

– dizem que ele não tem olhos, mas que enxerga assim mesmo. Visão mental, comentam – respondeu o humanóide.

- mais um drink senhores? – perguntou a velha cabeça de olhos telescópicos vermelhos.

Água destilada, capturada da umidade do ar durante a noite, era o que bebiam.



- Conta a lenda que ele se recusou a desviar o olhar quando o cogumelo se ergueu em New York – disse o humanóide enquanto fitava aquele crânio de titânio cujos olhos se moviam freneticamente.

- esta coisa me deixa arrepiado – disse o humanóide enquanto apontava com o indicador direito para a velha cabeça.

- Irônico da sua parte, e seria no mínimo engraçado, se você não fosse também uma maquina – disse o humano enquanto fitava também a velha cabeça.

- há há há! – ouviu-se vindo do humanóide. – era pra rir, não era? – perguntou.

David era aquele brilhante cientista que recebera e decodificara o documento que viera do futuro, e durante anos tentara avisar as autoridades mundiais e a humanidade acerca do perigo eminente.

- E se eu tivesse adiando aquela viagem? – perguntava sempre a si mesmo o brilhante cientista, e ao mesmo tempo as estranhas palavras enviadas junto com o pergaminho, ressoavam em sua mente: “O Samim prolongará a vida, o Samim ampliara a consciência”.



Esta resposta seria encontrada quando o Samim fosse descoberto. Mas o que era o Samim? Perguntara a si mesmo. Com seu pouco conhecimento de hebraico, adquirido durante os anos de preparação para o seu “Bar-Mitzva”, tentara descobrir o significado, mas a única coisa que sabia era que, Samim era plural do termo “Sam” e que significava “Especiaria”.

Mas, o que era a “Especiaria”? certamente não era um perfume, isto ele já verificara.



Ainda mais à frente, outra personagem surge: Natasha Israelova. Uma judia russa que é a chave para a reliquia sagrada, e ai a coisa começou a ficar sinistra. Em 8 de Novembro de 2010 eu começei a receber misteriosamente emails de uma certa "Natalia", uma jovem russa que estava a procura de corresponder-se com outros. Depois de muitos emails e conversas, Natalia começou a apresentar-se melhor. Enviou-me fotos da sua cidade natal na Russia, Sarov, uma cidade federal nuclear. Fiquei boque-aberto quando soube que era morava numa cidade federal nuclear na Russsia, conhecida antigamente durante do regime soviético como Arzamas-16. De fato, Natalia é o diminutivo russo de "NATASHA", assim, explicou-me a própria jovem. Comecei a perceber que estava canalizando o futuro da humanidade quando iniciei a obra "Crepúsculo de Bronze". Natasha era apenas uma "sombra" do futuro que estava por encontrar-me. 


O Monastério de Sarov em 1910





Um modelo da "Bomba Tsar" a maior bomba atômica já testada pela ex-União Soviética, exposto no museu da Bomba Atômica em Sarov.



O teste da Tsar Bomba - O maior teste atômico já realizado pela ex-União Soviética: 57.000.000 de toneladas de TNT.


Em 2008 eu havia conhecido uma NATASHA, mas jamais trocaria qualquer palavra com ela até o inicio de 2012.

No conto Crepúsculo de Bronze a jovem NATASHA tem um dos seus 32 óvulos fecundado in-vitro para gerar o corpo para a alma do messias. A gestação ocorre em um útero cibernético construído unicamente para este processo.

Quando eu e NATASHA começamos a conversar, ela me contou que era professora de cibernética em uma escola no interior de São Paulo. Novamente fique estarrecido. Instintivamente também percebi que, NATASHA tinha ascendência Russa, o que me foi confirmado por ela própria. Tudo o que eu havia canalizado e escrito estava se cumprindo minuciosamente. Assustador...

"Não há como fugir do destino. Quando estivermos pronto ele nos encontrará, e não minha humilde opinião é melhor estarmos prontos".


Estudando sobre o filme "O Livro de Eli" descobri que ele começou a ser produzido em Janeiro de 2007, mesmo mês e ano em que me debrucei para escrever Crepúsculo de Bronze.

Então, o pastor negro que prega sobre as vozes do passado que avisaram sobre o holocausto nuclear, junta-se ao judeu cego, formando uma única personagem: O afro americano cego "Eli" que cruza os EUA carregando uma reliquia mística sagrada. Acaso? Ou este é o futuro que está por vir, e Dús está nos avisando sobre a 3ª Guerra Mundial e sobre o Shoá Atomit (Holocausto Atômico)?

Se não bastasse isto tudo, em Fevereito de 2012, fizemos o retiro místico, e estudando o Zohar durante estes dias, descobri que tudo isto já estava lá, profetizado. Escrevi então o artigo "O Zohar e a Bomba Atômica" que criei o vídeo "O Legado de Oppenheimer", que podem ser emcontrados ambos aqui no blog.

Encontrei então, um código na Torah que postei no Facebook sobre o Holocausto Atômico e quem de fato o deflagará. Ei-lo:

 Clique na imagem para aumentá-la


Zacarias 14:6

Na cena 4 do DVD lançado no Brasil, quando Eli passa sob a ponte um pouco antes da sua primeira batalha com os sequestradores que querem matá-lo e devorá-lo, acima, na ponte esta escrito em uma placa amarela em números pretos:

14:6

Quando eu o notei, gelei dos pés à cabeça, pois soube instintivamente que estava se referindo secretamente ao livro Biblico de Zacarias capítulo 14 verso 6: "Naquele dia não haverá luz, mas frio e gelo". Eu o havia usado no começo de Crepúsculo no capítulo em que o pregador negro é apresentado. Frio e gelo devido ao inverno nuclear que se segue ao escurecimento do sol devido aos escombros nucleares lançados na atmosfera.

Eu vou continuar este artigo, mas quero que você preste atenção aos sinais, as vozes que D'us está enviando para nos avisar do que está por vir...

Atualização
10/11/2012





CREPÚSCULO DE BRONZE



O LEGADO DE OPPENHEIMER